Miriam

Para quê serve a terapia?

Para quê serve a terapia?

3 minutos Ouço muito a pergunta “Para quê serve a terapia?”, e, portanto, é sobre isso que quero falar hoje. Antes de chegarmos à resposta, preciso fornecer uma contextualização ao relembrar o que são esquemas mentais. Já falamos sobre isso aqui, lembra? Os esquemas mentais Esquemas mentais são “padrões” de comportamentos, emoções e pensamentos – os esquemas são desenvolvidos na infância e atingem seu ápice na vida adulta, influenciando toda e qualquer ação do indivíduo que o tem. São conceitos criados através do que Continue lendo

O Programa Educação Emocional Positiva

O Programa Educação Emocional Positiva

3 minutos Hoje, quero compartilhar com vocês a história do Programa. Contarei o que me inspirou a idealizá-lo e quais são as bases que me inspiraram para chegarmos onde estamos hoje. Meus tempos na graduação Tudo começou em uma determinada aula na faculdade, por volta de 1998. Estávamos aprendendo um teste para ser aplicado com crianças. A professora explicava como perceber tendências a transtornos mentais em crianças de acordo com o lugar que desenhavam em uma folha de papel. Eu, então, perguntei: “mas e Continue lendo

Bullying & cyberbullying

Bullying & cyberbullying

2 minutos Para entendermos o processo de bullying, precisamos ter em mente que a prática é uma dinâmica de grupo e, sendo assim, sempre existirão três agentes: Aquele que faz o bullying, o agressor; Aquele que recebe o bullying, a vítima; Aquele que assiste, a plateia. O bullying é uma consequência de necessidades não atendidas; quando tais necessidades não são expressadas e atendidas de modo construtivo, o indivíduo irá expressá-las através de um modo negativo, ou seja, através da hostilização. Os três participantes estão Continue lendo

Esquemas mentais: o quê são?

Esquemas mentais: o quê são?

3 minutos Eles são um “padrão” de funcionamento das pessoas – são as bases sobre as quais elas funcionam. Todos nós temos esquemas mentais, que regem nossos pensamentos, emoções e comportamentos. Eles são nossos “conceitos” a respeito de nós, do outro e do mundo. Esses esquemas são desenvolvidos na infância através de tudo que vimos, ouvimos e vivenciamos. Depois, eles são reforçados na adolescência e, ao atingirmos a vida adulta, os esquemas se aprimoram. Mas isso não quer dizer que eles melhoram; quer dizer Continue lendo

Ei presta atenção na atenção!

Ei presta atenção na atenção!

3 minutos Você sabia que grande parte das informações que chegam ao nosso cérebro por meio dos nossos órgãos sensoriais não são processadas? E por que isso? Porque além de desnecessário, nosso cérebro não tem capacidade pra processar tudo o que chega até nós. Por isso contamos com uma grande aliada: A atenção. Atenção é tudo!!!! É ela que escolhe aquilo que é relevante no momento e por isso “decide” se fixar. Pense o seguinte, nós temos um órgão que foi aprimorado durante os Continue lendo

Livros na revista Pais e Filhos

Livros na revista Pais e Filhos

menos de 1 minuto Que alegria! Meus livrinhos no Instagram da revista Pais e Filhos, que orgulho. Monstros existem? Dependendo de como agimos no nosso dia a dia, de como lidamos com o estresse, de como tratamos as pessoas ao nosso redor, a resposta pode ser “sim”. E, às vezes, esse monstro está mais próximo do que imaginamos. Talvez ele possa nos ser invisível. Mas com certeza aterroriza quem mais amamos. Venha descobrir: quais são os monstros que estão assustando Caio? Você encontra esse Continue lendo

Janeiro branco

Janeiro branco

1 minuto Os 5 objetivos da Campanha Janeiro Branco: 1 – Fazer do mês de Janeiro o marco temporal estratégico para que todas as pessoas do mundo reflitam, debatam e planejem ações em prol da Saúde Mental e da Felicidade em suas vidas ao longo de todo o ano; 2 – Chamar a atenção de todo mundo para o tema da Saúde Mental nas vidas das pessoas; 3 – Aproveitar o início de todo ano para incentivar as pessoas a pensarem a respeito das Continue lendo

A felicidade nas relações

A felicidade nas relações

menos de 1 minuto Ed Diener e Martin Seligman, dois dos principais profissionais da Psicologia Positiva, estudaram pessoas muito felizes e compararam-nas com outras pessoas menos felizes. O único fator externo que distinguia os dois grupos era a presença de relações sociais ricas e compensadoras. Passar momentos significativos com amigos, família ou parceiros era essencial ( embora não suficiente por si só ) para a felicidade. Partilhar a nossa vida com pessoas de quem gostamos e que gostam de nós – compartilhar os acontecimentos, Continue lendo